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Vereadora Odeane Sá denuncia condições precárias em escola, cobra asfaltamento e critica perseguição política

Categoria:PolíticaData: 10/03/202633 visualizações
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Em uso da tribuna, a vereadora Odeane Sá iniciou sua fala cumprimentando os presentes e destacando o mês dedicado às mulheres. Ela afirmou sentir orgulho em representar as mulheres de Barra do Corda, da sede e da zona rural, e rendeu homenagem especial às mulheres indígenas, ressaltando sua força, coragem e importância cultural para o município.

Relatando visitas realizadas a unidades de ensino, Odeane descreveu a situação da escola Exaltina, no bairro Vila Mariana, enfatizando que o ponto mais grave não é apenas a estrutura física aparente, mas a condição dos banheiros, sem vasos nem água, o que afeta diretamente a dignidade e a concentração dos alunos. Ela lembrou que, se dentro da cidade já há escolas assim, a realidade nas áreas indígenas pode ser ainda mais preocupante. A vereadora reforçou que todas as indicações em favor das comunidades indígenas têm recebido apoio unânime do plenário, mas cobrou um maior compromisso do Executivo municipal com essas áreas.

Na área de infraestrutura urbana, a parlamentar contestou a afirmação de que faltariam poucas ruas a serem asfaltadas em determinado bairro, citando que em regiões como Vila Mariano, Vila Sampaio, Vila Naí – inclusive a rua onde mora – ainda existem vários trechos em situação crítica, com buracos que já provocaram acidentes, como a queda de um veículo. Ela apoiou as críticas sobre açudes construídos em locais inadequados, mas frisou que, dentro da cidade, muitos problemas de lama e crateras não decorrem de açudes, e sim de defeitos antigos na malha viária, agravados agora pelas chuvas.

Ao final, Odeane prestou solidariedade à moradora Maria Ilma, do povoado Clemente, conhecida como Nina, que segundo ela foi expulsa de um grupo político do qual fazia parte desde 1992, por perseguição. A vereadora classificou a atitude como exemplo de ingratidão, afirmou que “tudo tem começo, meio e fim” e encorajou a aliada a seguir firme, lembrando que quem tem disposição para trabalhar não depende apenas de salário público. Encerrando, deixou uma mensagem de apoio a todos que têm deixado o grupo por se sentirem perseguidos, destacando que o episódio deve servir de aprendizado para reconhecer quem são os verdadeiros parceiros.

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